Osasco negocia a construção de 4 mil moradias do Minha Casa, Minha Vida

A construção de mais 4 mil moradias populares em Osasco, por meio do programa federal Minha Casa Minha Vida, foram tema de uma reunião, na manhã de ontem, entre o prefeito Jorge Lapas e o superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF), Antônio Ferolla Neto.

O início das obras depende da aprovação das áreas, que ainda tiveram a localização divulgada pela administração municipal. “Estamos afinando os processos para construção na cidade de Osasco dessas unidades habitacionais. Vamos agilizar para que ocorra ainda esse ano o início das obras. A Caixa já está recebendo os documentos para avaliar as áreas onde serão realizadas as construções”, disse Lapas. Já a conclusão dos projetos deve acontecer até o final de 2015.

Outros projetos habitacionais da cidade também estiveram na pauta da reunião. Dentre eles a 2ª fase do empreendimento Flor de Liz, no Jardim Belmonte. Esse empreendimento envolve ainda o conjunto Flor de Jasmin, no mesmo bairro e viabilizado pelo Minha Casa, Minha Vida. Entregue em fevereiro, ele atendeu, com 420 unidades, famílias que antes viviam no assentamento de sem-teto Carlos Lamarca, no Jardim Novo Osasco, moradores de terreno sob as torres de alta tensão da AES Eletropaulo, no Jardim Aliança, e beneficiários do Bolsa Aluguel.



Foram ainda tema de discussão a construção de moradias para as famílias das áreas Miguel Costa, na Vila Quitaúna, e área dos Baianos, no Piratininga, além da Raio de Luz, no Padroeira, que envolve também parceria com o governo do Estado. Nesse caso, os beneficiários são famílias que ocupam uma área que pertencia à Dersa, às margens do Rodoanel, e que, após vendida, foi alvo de ação de reintegração de posse pelo novo proprietário.


A reforma do Teatro Municipal de Osasco foi outro ponto abordado no encontro. Ela deve ser viabilizada em parceria com a Caixa Econômica Federal, por meio da lei federal de incentivo à Cultura – a Lei Rouanet, que possibilita às pessoas jurídicas e pessoas físicas aplicarem uma parte do IR (Imposto de Renda) devido em ações culturais.

Fonte: WEB Diário





Deixe seu comentário